Revista Trilhos https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos <p align="justify">A Revista Trilhos (ISSNe 2675-8334) é um periódico interdisciplinar semestral editado pelo Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)</p> CECULT - Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas pt-BR Revista Trilhos 2675-8334 <p>Cedo à revista Trilhos os direitos autorais de publicação de meu artigo e consultarei o editor científico da revista caso queira republicá-lo depois em livro.</p> Editorial https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/88 <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>No Dossiê “Práticas sonoro-musicais: raças, gêneros e conexões comunicacionais” procuramos refletir sobre fenômenos culturais de diferentes grupos de mulheres, negros/as, lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e queers que assumem parte do protagonismo sócio, político e cultural e que acionam performances enunciando outras formas de habitar e existir, e outras éticas e estéticas. Com as contribuições de estudos africanos, afro-diaspóricos e pelo recente potencial insurgente nas ciências humanas das epistemologias decoloniais e pós-coloniais, esse Dossiê se debruça sobre linhagens teóricas que possam questionar teorias universalizantes comumente localizadas no Norte Global. Consideramos importante repensar a amplificação nas epistemologias dos estudos de comunicação e de música no Brasil buscando a emergência desses corpos-políticos, bem como, de suas interseccionalidades, somadas às questões de gênero, classe e territorialidades.</p> </div> </div> </div> </div> Cintia Sanmatin Fernandes Jeder Janotti Jr Nadja Vladi Tobias Queiroz Copyright (c) 2022 Cintia Sanmatin Fernandes, Jeder Janotti Jr, Nadja Vladi, Tobias Queiroz http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 91 94 Senta a bunda https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/89 <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O artigo propõe debater como a branquitude moraliza o funk a partir da análise do videoclipe "Bunda Lê Lê" (2020) de Adriana Calcanhotto e Dennis DJ, observando o tensionamento dos gêneros musicais funk e MPB na cultura musical brasileira. Recorre-se a uma metodologia que articula as noções de escuta conexa (JANOTTI JR., 2020) e performance (TAYLOR, 2013) aplicadas a análise de videoclipe (SOARES, 2014). Utiliza-se como protocolo investigativo, as noções de movimento, gesto e gestosfera (GODARD, 2003) para retomar a importância da bunda nas culturas latinas (TORO, 2020) e africanistas (GOTTSCHILD, 2003) e o rebolado no funk como uma ciência generificada e racializada (MACHADO, 2020). Postula-se um conjunto de acionamentos de disputas e tentativas de moralização da bunda no funk como questões ligadas ao privilégio da branquitude.</p> </div> </div> </div> </div> Thiago Soares Winglison Henrique do Nascimento Tenório Copyright (c) 2022 Thiago Soares, Winglison Henrique do Nascimento Tenório http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 94 109 Rap de mensagem e conhecimento de oposição https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/90 <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>A proposta deste artigo é investigar a epistemologia ligada ao rap. Para isso, mobilizamos o conceito de “quinto elemento” (5E) da cultura hip-hop, um conceito nativo reconhecido pelos atores da cena, cuja genealogia pode nos ajudar a pesquisar as potencialidades e limites desse “saber musical”. O objetivo do trabalho é localizar dentro dessa música afrodiaspórica, forjada por corpos periféricos no Brasil e nos EUA, uma dinâmica própria para a produção de conhecimento válido. Dinâmica essa que se dá no encontro de práticas culturais dissidentes com signos da cultura pop.</p> </div> </div> </div> </div> Gabriel Gutierrez Copyright (c) 2022 Gabriel Gutierrez http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 110 126 Cantautoras negras https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/91 <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O artigo conceitua, historiciza o uso do conceito cantautoria na América Latina contextualizando-o no território brasileiro, especialmente no estado da Bahia. O conceito ao demarcar o lugar de autoria artística especificamente de mulheres negras, considera os corpos femininos produzidos historicamente (hooks, 2000) e realça ainda o quanto as experiências culturais diversas entre e das mulheres estão atravessadas por resquícios das divisões raciais provenientes do sistema escravocrata. Ao tratar sobre cantautorias negras, a partir de um olhar interseccional, busco destacar algumas práticas musicais comunitárias chegando ainda na constituição de uma indústria fonográfica. Pretendo assim caminhar através dos rastros de uma ancestralidade negra apresentando a memória enquanto lugar de (re)escritas e demarcações sócio históricas e de (re)posicionamento no presente de mulheres negras, baianas, artivistas.</p> </div> </div> </div> </div> Helen Campos Barbosa Copyright (c) 2022 Helen Campos Barbosa http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 127 144 “Meu corpo é instrumento, eu vim pra te alimentar” https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/92 <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Este artigo tem o objetivo de abordar as potencialidades e articulações da música afrodiaspórica presentes na obra de Larissa Luz – em especial no álbum Trovão, lançado em 2019. Para isso, observamos de que forma a artista aciona – embora sem necessariamente replicar – sua herança cultural africana e como ela a conecta com o contemporâneo, fazendo seu corpo-político como um lugar de produção de saberes, em múltiplos tempos, sob a perspectiva do cruzo e da encruzilhada. Para isso, autores como Rufino (2018), Simas e Rufino (2019), Hall (2003), entre outros, se tornam essenciais para essa discussão.</p> </div> </div> </div> </div> Caroline Govari Juliana Carolina Santos Silva Thiago Pimentel Copyright (c) 2022 Caroline Govari, Juliana Carolina Santos Silva, Thiago Pimentel http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 145 158 Música popular e relações de gênero https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/67 <p>O objetivo deste trabalho é entender de em que medida as relações de gênero se expressam na música popular. Remetendo a trabalhos que vão da musicologia feminista, à sociologia da música, passando pelo Estudos Culturais, trata-se de um estudo exploratório que focalizará os seguintes aspectos: sonoridades, sociabilidades, divisão sexual do trabalho e criterios de avaliação e consagração.</p> <p>&nbsp;</p> Marcelo Garson Copyright (c) 2022 Marcelo Garson http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 159 173 Um Corpo Rexistente https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/93 <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Inspirados na mais recente obra fractal de Giovani Cidreira, que também assina como GIO, composta pelo álbum musical e álbum visual Nebulosa Baby e a websérie Nebulosa, disponíveis no YouTube, articulamos os conceitos de gira poética e corporeidade musical para melhor adensar o entendimento de escuta conexa, acionando elementos do corpo e da corporeidade de GIO. Nossa metodologia heurística estabelece esses produtos audiovisuais como ponto de partida para refletirmos sobre as possibilidades de ampliação do processo da escuta. A gira poética é a (re)invenção de corporeidades, assinaturas e processos poéticos através de narrativas audiovisuais que conjuram a ideia de uma trajetória artístico-musical. Concluímos afirmando o quanto o trabalho de GIO potencializa tecnosubjetividades a partir da gira poética, acionando-as a partir de elementos raciais, geopolíticos e aquilombamentos, disponibilizando o axé, ou seja, a potência como reinscrição de corporeidades negras.</p> </div> </div> </div> </div> Jeder Silveira Janotti Junior Tobias Arruda Queiroz Victor de Almeida Nobre Pires Copyright (c) 2022 Jeder Silveira Janotti Junior, Tobias Arruda Queiroz, Victor de Almeida Nobre Pires http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 174 193 Epistemologias negras na Comunicação https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/94 <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Este texto, escrito de forma ensaística, busca trazer contribuições para o campo comunicacional a partir de Epistemologias Negras. Propõem-se novas formas de se olhar para o que é considerado ciência e seus atributos, em sua apresentação hegemônica, a partir de sua constituição baseada na colonialidade, eurocentrismo e supremacia branca. Há, por um lado, uma argumentação de que epistemes enegrecidas já carregam desde seus primórdios uma atitude decolonial, centrando-se em subjetividades não brancas e desconstruindo temas, paradigmas, metodologias, assim como a suposta neutralidade dos estudos acadêmicos. Por outro, busca-se demonstrar que precisamos ir além, considerando saberes constituídos em África e suas diásporas, longe do mundo logocêntrico, como novas formas de epistemologia a serem consideradas, principalmente advindas da interação entre cosmopercepções e a música negra.</p> </div> </div> </div> </div> Rafael Pinto Ferreira de Queiroz Copyright (c) 2022 Rafael Pinto Ferreira de Queiroz http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 194 209 O Desafio do Passinho como uma estratégia pedagógica https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/95 <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O Desafio do Passinho é um concurso de dança em um formato teórico-prático, direcionado como estratégia pedagógica para unidades escolares e instituições educativas que atendam ao público infantojuvenil localizadas em áreas circunscritas por favelas, territórios marginalizados e regiões periféricas. A aplicabilidade da proposta se baseia nas leis 10.639/03, 13.278/16, na BNCC. A finalidade é promover a aprendizagem e contribuir no sentido de dirimir as dificuldades enfrentadas pelo professor nos processos de alfabetização, distorção idade/ano de escolarização, socialização, experiências estéticas e de reconhecimento de suas potencialidades, utilizando o ritmo do Funk como forma de expressão corporal e sociocultural afro-brasileira. O trabalho é um relato de experiência com bases teóricas e uma metodologia própria ao desenvolvimento da estratégia.</p> </div> </div> </div> </div> Hugo Silva de Oliveira Copyright (c) 2022 Hugo Silva de Oliveira http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 210 227 Entrevista: Mercedes Liska https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/96 <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>A pesquisadora e professora argentina Mercedes Liska, da Universidade de Buenos Aires (UBA), vem desenvolvendo uma investigação para compreender como se dá a apropriação de determinadas práticas musicais em movimentos sociais. Feminista e musicista, Liska, em seus estudos de campo, lança mão de uma etnografía “ativista” e uma pesquisa participativa, e propõe o cruzamento entre a crítica cultural, a experiência musical coletiva e o ativismo feminista para compreender e refletir sobre lutas sociais em um contexto latino-americano decolonial. Com formação em piano e etnomusicologia, seus estudos abordam marcos teóricos e metodológicos dos estudos culturais, das teorias de gênero, da sexualidade e do ativismo feminista. No seu trabalho recente juntamente aos movimentos sociais, optou por ir além de aspectos teóricos e metodológicos, mas atuar e se relacionar com as políticas de artivismo, gênero e diversidade sexual, sempre tendo como perspectiva práticas e representações de gênero. Autora do livro Entre géneros y sexualidades: Tango, baile y cultura popular, no qual analisa o tango na perspectiva do gênero, nesta entrevista a Revista Trilhos ela discorre sobre práticas feministas através da experiência musical coletiva, evidenciando o estudo de caso da batucada de mulheres e pessoas não binárias. Na sua perspectiva, estes movimentos constroem sonoridades em torno da luta e da resistência social. Liska traz a a noção de "ressonância feminista" que para ela remete ao poder acústico de construir som em torno da luta e da resistência social. Nas suas respostas, Liska mostra como a percussão, os tambores funcionam como um recurso de “potência acústica” para habitar os espaços públicos e considera que a sonoridade e a audibilidade das mobilizações são partes importantes para a transformação da encenação dos conflitos. A pesquisadora, entretanto, reafirma que as articulações de significados entre gêneros musicais são dinâmicas, por isso considera uma chave para entender como os processos sociais e culturais são mutáveis e evasivos.</p> </div> </div> </div> </div> Nadja Vladi Mercedes Liska Copyright (c) 2022 Nadja Vladi, Mercedes Liska http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 228 239 O estrangeiro espectral https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/86 <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Apresenta-se a tradução, para língua portuguesa, do artigo “La politique étrangère d'une société primitive” (1949) de Claude Lévi-Strauss. São expostos os temas principais do artigo (ausência da dicotomia entre “concidadão” e estrangeiro”, contraste entre humanos e estrangeiros espectrais, oscilação territorial, atenuação da guerra pelo jogo) e justifica-se a escolha de tradução pelo termo “espectral” em relação ao perspectivismo ameríndio e o contra-poder. Faz-se uma abordagem geral da recepção do artigo original em Relações Internacionais e em Etnologia Ameríndia e introduz-se alguns desenvolvimentos teóricos. A atualidade e relevância das proposições de “A política estrangeira de uma sociedade primitiva” é revista por meio de desenvolvimentos posteriores do pensamento de Lévi-Strauss afetado pelo ameríndio: a dialética entre intervalos grandes (“diatônicos”) e pequenos (“cromáticos”).</p> </div> </div> </div> </div> Guilherme Falleiros Copyright (c) 2022 Guilherme Falleiros http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 19 33 A política estrangeira de uma sociedade primitiva https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/87 <div class="page" title="Page 12"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Originalmente publicado em 1949, como "La politique étrangère d'une société primitive" na Revista Politique étrangère, n. 2, pp. 139-152, a qual a Revista Trilhos agradece a seção para esta tradução.</p> </div> </div> </div> </div> Claude Lévi-Strauss Guilherme Falleiros Copyright (c) 2022 Claude Lévi-Strauss; Guilherme Falleiros http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 34 45 Bicicletas Brancas https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/31 <p>O presente ensaio reflete as possibilidades da arte educação, por meio de uma performance artística e urbana. A proposta de arte híbrida, que, com um aporte teórico reivindicou e provocou o espaço do encontro, na cidade de Buenos Aires, no ano de 2017, é, essencialmente, encaminhada pela prática do pedalar, estabelecendo a dimensão humana do movimento entre os corpos insurgentes, pelo trajeto em deambulação. O sentido do texto “pega carona” na pedagogia, crítica, de Paulo Freire e bell hooks para questionar a dinâmica urbana e provocar uma tensão na estrutura solidificada da urbes, sendo na maioria das vezes restrita e desigual. Criando assim, formas autênticas de utilizar o espaço e reivindicar a cidade possível, atenta aos apontamentos dos estudos culturais</p> Lucas Garcia Nunes Copyright (c) 2022 Lucas Garcia Nunes http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 46 60 Notas autoetnográficas sobre a preservação de alto desempenho do artista https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/63 <p>Nesse artigo, pretendemos contribuir com reflexões, ensaiadas desde a autoetnografia, sobre dilemas que tangem a produção e a gestão de carreira artística, no contexto da música popular urbana. Colocando em partilha, alguns aspectos sensíveis, que precisam com urgência de revisão, por parte das redes de cooperação envolvidas nos mundos da arte em que esses profissionais circulam e trabalham. Fatores de cuidado no tratamento do <em>performer,</em> em seus antecedentes e na duração de sua arte ao vivo, que podem interferir fortemente no serviço contratado. Como exemplo de garantia de cuidado, atenção e interesse em conservar produtos como bebida artesanais e ou alimentos, que devem ser submetidos a teste de qualidade, acondicionamentos e preparos com alto grau de meticulosidade, para que o cliente fique satisfeito, propomos esse exercícios de alteridade, colocando o artista em contiguidade com um produto comercializado.</p> Felipe Saldanha Odier Copyright (c) 2022 Felipe Saldanha Odier http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 61 76 Indicadores de acompanhamento e monitoramento de políticas públicas de cultura https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/65 <p>O artigo apresenta um quadro de indicadores culturais de avaliação que possa ser utilizado no monitoramento de políticas culturais em geral e no próximo Plano Nacional de Cultura (PNC), levando em consideração as fontes de aferição e indicadores das metas do Plano vigente. O quadro é composto por parâmetros que refletem o mercado de trabalho da cultura, a construção de orçamentos culturais e a universalização do ensino de artes nas escolas públicas brasileiras. O intuito é subsidiar o desenho e a implementação de políticas públicas, em particular as implementadas no âmbito de estratégias de melhorias da estruturação de planos de cultura e acompanhamento de políticas públicas do setor.</p> Paula Ziviani Frederico Augusto Barbosa da Silva Copyright (c) 2022 Paula Ziviani, Frederico Augusto Barbosa da Silva http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 77 90 Editorial https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/84 <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>A Revista Trilhos apresenta o seu novo número. Na oportunidade do lançamento da atual edição, o mundo se estabelece em seu “novo normal”. O que era imaginação durante o período da pandemia de Covid, agora, já se faz rotina; assim como é rotina nos acostumarmos que o tal “novo normal” segue reproduzindo as mais antigas fórmulas de opressão e de constrangimento. Diuturnamente, experienciamos cenas de violência, principalmente, contra populações periféricas, minorias, povos indígenas, imigrantes... Este “novo normal” é distópico, tolera e naturaliza genocídios e ecocídios. Além disso, também se estabelece em meio aos ataques contínuos à democracia brasileira, à proliferação de fake news e à ausência total de introversão de certa classe política que não se incomoda diante da confusão entre público-privado, desde que a favor de si mesma.</p> </div> </div> </div> </div> Thaís Fernanda Salves de Brito Lúcio Agra Mariella Pitombo Regiane Oliveira Copyright (c) 2022 Thaís Fernanda Salves de Brito, Lúcio Agra, Mariella Pitombo, Regiane Oliveira http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 6 9 Fotoperformance https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/85 <p>Fotoperformance por Sumé (2022)</p> Sumé Copyright (c) 2022 Sumé http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-11-17 2022-11-17 3 1 10 18