https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/issue/feed Revista Trilhos 2022-11-17T16:35:04-03:00 Equipe Editorial da Revista Trilhos trilhos@cecult.ufrb.edu.br Open Journal Systems <p align="justify">A Revista Trilhos (ISSNe 2675-8334) é um periódico interdisciplinar semestral editado pelo Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)</p> https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/85 Fotoperformance 2022-11-17T14:31:40-03:00 Sumé sume@naoconsta.com <p>Fotoperformance por Sumé (2022)</p> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Sumé https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/88 Editorial 2022-11-17T15:01:59-03:00 Cintia Sanmatin Fernandes cintiasan90@gmail.com Jeder Janotti Jr jederjr@gmail.com Nadja Vladi nadjavladi@ufrb.edu.br Tobias Queiroz tobiasqueiroz@uern.br <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>No Dossiê “Práticas sonoro-musicais: raças, gêneros e conexões comunicacionais” procuramos refletir sobre fenômenos culturais de diferentes grupos de mulheres, negros/as, lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e queers que assumem parte do protagonismo sócio, político e cultural e que acionam performances enunciando outras formas de habitar e existir, e outras éticas e estéticas. Com as contribuições de estudos africanos, afro-diaspóricos e pelo recente potencial insurgente nas ciências humanas das epistemologias decoloniais e pós-coloniais, esse Dossiê se debruça sobre linhagens teóricas que possam questionar teorias universalizantes comumente localizadas no Norte Global. Consideramos importante repensar a amplificação nas epistemologias dos estudos de comunicação e de música no Brasil buscando a emergência desses corpos-políticos, bem como, de suas interseccionalidades, somadas às questões de gênero, classe e territorialidades.</p> </div> </div> </div> </div> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Cintia Sanmatin Fernandes, Jeder Janotti Jr, Nadja Vladi, Tobias Queiroz https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/89 Senta a bunda 2022-11-17T15:10:57-03:00 Thiago Soares thikos@gmail.com Winglison Henrique do Nascimento Tenório winglisonhenrique@gmail.com <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O artigo propõe debater como a branquitude moraliza o funk a partir da análise do videoclipe "Bunda Lê Lê" (2020) de Adriana Calcanhotto e Dennis DJ, observando o tensionamento dos gêneros musicais funk e MPB na cultura musical brasileira. Recorre-se a uma metodologia que articula as noções de escuta conexa (JANOTTI JR., 2020) e performance (TAYLOR, 2013) aplicadas a análise de videoclipe (SOARES, 2014). Utiliza-se como protocolo investigativo, as noções de movimento, gesto e gestosfera (GODARD, 2003) para retomar a importância da bunda nas culturas latinas (TORO, 2020) e africanistas (GOTTSCHILD, 2003) e o rebolado no funk como uma ciência generificada e racializada (MACHADO, 2020). Postula-se um conjunto de acionamentos de disputas e tentativas de moralização da bunda no funk como questões ligadas ao privilégio da branquitude.</p> </div> </div> </div> </div> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Thiago Soares, Winglison Henrique do Nascimento Tenório https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/90 Rap de mensagem e conhecimento de oposição 2022-11-17T15:21:27-03:00 Gabriel Gutierrez gabriel.mendes34@gmail.com <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>A proposta deste artigo é investigar a epistemologia ligada ao rap. Para isso, mobilizamos o conceito de “quinto elemento” (5E) da cultura hip-hop, um conceito nativo reconhecido pelos atores da cena, cuja genealogia pode nos ajudar a pesquisar as potencialidades e limites desse “saber musical”. O objetivo do trabalho é localizar dentro dessa música afrodiaspórica, forjada por corpos periféricos no Brasil e nos EUA, uma dinâmica própria para a produção de conhecimento válido. Dinâmica essa que se dá no encontro de práticas culturais dissidentes com signos da cultura pop.</p> </div> </div> </div> </div> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Gabriel Gutierrez https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/91 Cantautoras negras 2022-11-17T15:29:31-03:00 Helen Campos Barbosa helenjornalismo@gmail.com <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O artigo conceitua, historiciza o uso do conceito cantautoria na América Latina contextualizando-o no território brasileiro, especialmente no estado da Bahia. O conceito ao demarcar o lugar de autoria artística especificamente de mulheres negras, considera os corpos femininos produzidos historicamente (hooks, 2000) e realça ainda o quanto as experiências culturais diversas entre e das mulheres estão atravessadas por resquícios das divisões raciais provenientes do sistema escravocrata. Ao tratar sobre cantautorias negras, a partir de um olhar interseccional, busco destacar algumas práticas musicais comunitárias chegando ainda na constituição de uma indústria fonográfica. Pretendo assim caminhar através dos rastros de uma ancestralidade negra apresentando a memória enquanto lugar de (re)escritas e demarcações sócio históricas e de (re)posicionamento no presente de mulheres negras, baianas, artivistas.</p> </div> </div> </div> </div> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Helen Campos Barbosa https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/92 “Meu corpo é instrumento, eu vim pra te alimentar” 2022-11-17T15:37:45-03:00 Caroline Govari carolgovarinunes@gmail.com Juliana Carolina Santos Silva jucarols2@gmail.com Thiago Pimentel thiagopimentelbl@gmail.com <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Este artigo tem o objetivo de abordar as potencialidades e articulações da música afrodiaspórica presentes na obra de Larissa Luz – em especial no álbum Trovão, lançado em 2019. Para isso, observamos de que forma a artista aciona – embora sem necessariamente replicar – sua herança cultural africana e como ela a conecta com o contemporâneo, fazendo seu corpo-político como um lugar de produção de saberes, em múltiplos tempos, sob a perspectiva do cruzo e da encruzilhada. Para isso, autores como Rufino (2018), Simas e Rufino (2019), Hall (2003), entre outros, se tornam essenciais para essa discussão.</p> </div> </div> </div> </div> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Caroline Govari, Juliana Carolina Santos Silva, Thiago Pimentel https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/67 Música popular e relações de gênero 2022-06-10T16:25:29-03:00 Marcelo Garson garson.marcelo@gmail.com <p>O objetivo deste trabalho é entender de em que medida as relações de gênero se expressam na música popular. Remetendo a trabalhos que vão da musicologia feminista, à sociologia da música, passando pelo Estudos Culturais, trata-se de um estudo exploratório que focalizará os seguintes aspectos: sonoridades, sociabilidades, divisão sexual do trabalho e criterios de avaliação e consagração.</p> <p>&nbsp;</p> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Marcelo Garson https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/93 Um Corpo Rexistente 2022-11-17T15:47:53-03:00 Jeder Silveira Janotti Junior jederjr@gmail.com Tobias Arruda Queiroz tobiasqueiroz@uern.br Victor de Almeida Nobre Pires victor.pires@delmiro.ufal.br <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Inspirados na mais recente obra fractal de Giovani Cidreira, que também assina como GIO, composta pelo álbum musical e álbum visual Nebulosa Baby e a websérie Nebulosa, disponíveis no YouTube, articulamos os conceitos de gira poética e corporeidade musical para melhor adensar o entendimento de escuta conexa, acionando elementos do corpo e da corporeidade de GIO. Nossa metodologia heurística estabelece esses produtos audiovisuais como ponto de partida para refletirmos sobre as possibilidades de ampliação do processo da escuta. A gira poética é a (re)invenção de corporeidades, assinaturas e processos poéticos através de narrativas audiovisuais que conjuram a ideia de uma trajetória artístico-musical. Concluímos afirmando o quanto o trabalho de GIO potencializa tecnosubjetividades a partir da gira poética, acionando-as a partir de elementos raciais, geopolíticos e aquilombamentos, disponibilizando o axé, ou seja, a potência como reinscrição de corporeidades negras.</p> </div> </div> </div> </div> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Jeder Silveira Janotti Junior, Tobias Arruda Queiroz, Victor de Almeida Nobre Pires https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/94 Epistemologias negras na Comunicação 2022-11-17T16:01:18-03:00 Rafael Pinto Ferreira de Queiroz rafaeldequeiroz@gmail.com <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Este texto, escrito de forma ensaística, busca trazer contribuições para o campo comunicacional a partir de Epistemologias Negras. Propõem-se novas formas de se olhar para o que é considerado ciência e seus atributos, em sua apresentação hegemônica, a partir de sua constituição baseada na colonialidade, eurocentrismo e supremacia branca. Há, por um lado, uma argumentação de que epistemes enegrecidas já carregam desde seus primórdios uma atitude decolonial, centrando-se em subjetividades não brancas e desconstruindo temas, paradigmas, metodologias, assim como a suposta neutralidade dos estudos acadêmicos. Por outro, busca-se demonstrar que precisamos ir além, considerando saberes constituídos em África e suas diásporas, longe do mundo logocêntrico, como novas formas de epistemologia a serem consideradas, principalmente advindas da interação entre cosmopercepções e a música negra.</p> </div> </div> </div> </div> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Rafael Pinto Ferreira de Queiroz https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/95 O Desafio do Passinho como uma estratégia pedagógica 2022-11-17T16:15:16-03:00 Hugo Silva de Oliveira hsoliv@gmail.com <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O Desafio do Passinho é um concurso de dança em um formato teórico-prático, direcionado como estratégia pedagógica para unidades escolares e instituições educativas que atendam ao público infantojuvenil localizadas em áreas circunscritas por favelas, territórios marginalizados e regiões periféricas. A aplicabilidade da proposta se baseia nas leis 10.639/03, 13.278/16, na BNCC. A finalidade é promover a aprendizagem e contribuir no sentido de dirimir as dificuldades enfrentadas pelo professor nos processos de alfabetização, distorção idade/ano de escolarização, socialização, experiências estéticas e de reconhecimento de suas potencialidades, utilizando o ritmo do Funk como forma de expressão corporal e sociocultural afro-brasileira. O trabalho é um relato de experiência com bases teóricas e uma metodologia própria ao desenvolvimento da estratégia.</p> </div> </div> </div> </div> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Hugo Silva de Oliveira https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/96 Entrevista: Mercedes Liska 2022-11-17T16:23:15-03:00 Nadja Vladi nadjavladi@ufrb.edu.br Mercedes Liska mmmliska@gmail.com <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>A pesquisadora e professora argentina Mercedes Liska, da Universidade de Buenos Aires (UBA), vem desenvolvendo uma investigação para compreender como se dá a apropriação de determinadas práticas musicais em movimentos sociais. Feminista e musicista, Liska, em seus estudos de campo, lança mão de uma etnografía “ativista” e uma pesquisa participativa, e propõe o cruzamento entre a crítica cultural, a experiência musical coletiva e o ativismo feminista para compreender e refletir sobre lutas sociais em um contexto latino-americano decolonial. Com formação em piano e etnomusicologia, seus estudos abordam marcos teóricos e metodológicos dos estudos culturais, das teorias de gênero, da sexualidade e do ativismo feminista. No seu trabalho recente juntamente aos movimentos sociais, optou por ir além de aspectos teóricos e metodológicos, mas atuar e se relacionar com as políticas de artivismo, gênero e diversidade sexual, sempre tendo como perspectiva práticas e representações de gênero. Autora do livro Entre géneros y sexualidades: Tango, baile y cultura popular, no qual analisa o tango na perspectiva do gênero, nesta entrevista a Revista Trilhos ela discorre sobre práticas feministas através da experiência musical coletiva, evidenciando o estudo de caso da batucada de mulheres e pessoas não binárias. Na sua perspectiva, estes movimentos constroem sonoridades em torno da luta e da resistência social. Liska traz a a noção de "ressonância feminista" que para ela remete ao poder acústico de construir som em torno da luta e da resistência social. Nas suas respostas, Liska mostra como a percussão, os tambores funcionam como um recurso de “potência acústica” para habitar os espaços públicos e considera que a sonoridade e a audibilidade das mobilizações são partes importantes para a transformação da encenação dos conflitos. A pesquisadora, entretanto, reafirma que as articulações de significados entre gêneros musicais são dinâmicas, por isso considera uma chave para entender como os processos sociais e culturais são mutáveis e evasivos.</p> </div> </div> </div> </div> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Nadja Vladi, Mercedes Liska https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/86 O estrangeiro espectral 2022-11-17T14:37:10-03:00 Guilherme Falleiros gljf.usp@gmail.com <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Apresenta-se a tradução, para língua portuguesa, do artigo “La politique étrangère d'une société primitive” (1949) de Claude Lévi-Strauss. São expostos os temas principais do artigo (ausência da dicotomia entre “concidadão” e estrangeiro”, contraste entre humanos e estrangeiros espectrais, oscilação territorial, atenuação da guerra pelo jogo) e justifica-se a escolha de tradução pelo termo “espectral” em relação ao perspectivismo ameríndio e o contra-poder. Faz-se uma abordagem geral da recepção do artigo original em Relações Internacionais e em Etnologia Ameríndia e introduz-se alguns desenvolvimentos teóricos. A atualidade e relevância das proposições de “A política estrangeira de uma sociedade primitiva” é revista por meio de desenvolvimentos posteriores do pensamento de Lévi-Strauss afetado pelo ameríndio: a dialética entre intervalos grandes (“diatônicos”) e pequenos (“cromáticos”).</p> </div> </div> </div> </div> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Guilherme Falleiros https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/87 A política estrangeira de uma sociedade primitiva 2022-11-17T14:50:09-03:00 Claude Lévi-Strauss levi-strauss@naoconsta.com Guilherme Falleiros gljf.usp@gmail.com <div class="page" title="Page 12"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Originalmente publicado em 1949, como "La politique étrangère d'une société primitive" na Revista Politique étrangère, n. 2, pp. 139-152, a qual a Revista Trilhos agradece a seção para esta tradução.</p> </div> </div> </div> </div> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Claude Lévi-Strauss; Guilherme Falleiros https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/31 Bicicletas Brancas 2021-04-08T16:13:25-03:00 Lucas Garcia Nunes quincasavelino@gmail.com <p>O presente ensaio reflete as possibilidades da arte educação, por meio de uma performance artística e urbana. A proposta de arte híbrida, que, com um aporte teórico reivindicou e provocou o espaço do encontro, na cidade de Buenos Aires, no ano de 2017, é, essencialmente, encaminhada pela prática do pedalar, estabelecendo a dimensão humana do movimento entre os corpos insurgentes, pelo trajeto em deambulação. O sentido do texto “pega carona” na pedagogia, crítica, de Paulo Freire e bell hooks para questionar a dinâmica urbana e provocar uma tensão na estrutura solidificada da urbes, sendo na maioria das vezes restrita e desigual. Criando assim, formas autênticas de utilizar o espaço e reivindicar a cidade possível, atenta aos apontamentos dos estudos culturais</p> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Lucas Garcia Nunes https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/63 Notas autoetnográficas sobre a preservação de alto desempenho do artista 2022-07-01T12:47:08-03:00 Felipe Saldanha Odier mamutte.arte@gmail.com <p>Nesse artigo, pretendemos contribuir com reflexões, ensaiadas desde a autoetnografia, sobre dilemas que tangem a produção e a gestão de carreira artística, no contexto da música popular urbana. Colocando em partilha, alguns aspectos sensíveis, que precisam com urgência de revisão, por parte das redes de cooperação envolvidas nos mundos da arte em que esses profissionais circulam e trabalham. Fatores de cuidado no tratamento do <em>performer,</em> em seus antecedentes e na duração de sua arte ao vivo, que podem interferir fortemente no serviço contratado. Como exemplo de garantia de cuidado, atenção e interesse em conservar produtos como bebida artesanais e ou alimentos, que devem ser submetidos a teste de qualidade, acondicionamentos e preparos com alto grau de meticulosidade, para que o cliente fique satisfeito, propomos esse exercícios de alteridade, colocando o artista em contiguidade com um produto comercializado.</p> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Felipe Saldanha Odier https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/65 Indicadores de acompanhamento e monitoramento de políticas públicas de cultura 2022-07-01T12:20:57-03:00 Paula Ziviani pziviani@gmail.com Frederico Augusto Barbosa da Silva frederico.barbosa@ipea.gov.br <p>O artigo apresenta um quadro de indicadores culturais de avaliação que possa ser utilizado no monitoramento de políticas culturais em geral e no próximo Plano Nacional de Cultura (PNC), levando em consideração as fontes de aferição e indicadores das metas do Plano vigente. O quadro é composto por parâmetros que refletem o mercado de trabalho da cultura, a construção de orçamentos culturais e a universalização do ensino de artes nas escolas públicas brasileiras. O intuito é subsidiar o desenho e a implementação de políticas públicas, em particular as implementadas no âmbito de estratégias de melhorias da estruturação de planos de cultura e acompanhamento de políticas públicas do setor.</p> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Paula Ziviani, Frederico Augusto Barbosa da Silva https://revistatrilhos.com/home/index.php/trilhos/article/view/84 Editorial 2022-11-17T14:17:36-03:00 Thaís Fernanda Salves de Brito thaisbrito@ufrb.edu.br Lúcio Agra lucioagra@ufrb.edu.br Mariella Pitombo mariellapitombo@ufrb.edu.br Regiane Oliveira regianemo@ufrb.edu.br <div class="page" title="Page 1"> <div class="section"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>A Revista Trilhos apresenta o seu novo número. Na oportunidade do lançamento da atual edição, o mundo se estabelece em seu “novo normal”. O que era imaginação durante o período da pandemia de Covid, agora, já se faz rotina; assim como é rotina nos acostumarmos que o tal “novo normal” segue reproduzindo as mais antigas fórmulas de opressão e de constrangimento. Diuturnamente, experienciamos cenas de violência, principalmente, contra populações periféricas, minorias, povos indígenas, imigrantes... Este “novo normal” é distópico, tolera e naturaliza genocídios e ecocídios. Além disso, também se estabelece em meio aos ataques contínuos à democracia brasileira, à proliferação de fake news e à ausência total de introversão de certa classe política que não se incomoda diante da confusão entre público-privado, desde que a favor de si mesma.</p> </div> </div> </div> </div> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Thaís Fernanda Salves de Brito, Lúcio Agra, Mariella Pitombo, Regiane Oliveira